Weber protocola na próxima semana relatório da Subcomissão de Irrigação da Assembleia Legislativa

Relator da Subcomissão criada na Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa para tratar da estiagem e viabilizar um programa estadual de irrigação, o deputado estadual Elton Weber protocola, na semana que vem, seu relatório sobre o tema. O objetivo é que o trabalho embase uma política permanente de enfrentamento da seca, evitando repetir o que aconteceu no passado recente, quando programas criados por governos foram deixados em segundo plano ou esvaziados por gestões seguintes. Instalada em 8 de março deste ano, em meio a uma das mais severas secas da história do estado e às vésperas da pandemia que assola o mundo, a subcomissão teve o desafio de realizar audiências virtuais pela impossibilidade de reuniões presenciais em função do distanciamento social, necessário para evitar maior disseminação do coronavírus. Com 47 páginas, o relatório resgata reportagens da última seca, trabalhos técnicos anteriores, como o relatório da Subcomissão de Irrigação feito pelo deputado Heitor Schuch em 2012, e considera proposições da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) e Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (Fecoagro). O resultado são dez encaminhamentos que indicam alternativas para que os agricultores não sejam tão prejudicados em época de seca. Estudos mostram que nos últimos dez anos, o Estado atravessou sete estiagens. O relatório deve ser lido e votado na reunião ordinária seguinte da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, no dia 30. Para que seja aprovado é preciso o voto favorável da maioria dos membros da comissão. A Subcomissão é presidida pelo deputado Adolfo Brito.
Comissão de Defesa do Consumidor solicita suspensão de taxa, revisão de contas e aperfeiçoamento de canais de comunicação da Liquigás

Cobrança por estimativa de consumo de gás em condomínios tem causado reclamações de clientes no Estado. Conforme a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul chegaram ao órgão inúmeras denúncias de consumidores insatisfeitos com as contas. Há casos em que o valor da fatura subiu de R$ 100 para R$ 470 com consumo até três vezes superior. O assunto foi tema da Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e Participação Legislativa Popular da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (15), em reunião virtual com representantes da Liquigás e de órgãos de defesa do consumidor como o Procon. O Gerente de Desenvolvimento de Mercado Granel da Liquigás, Adriano Biral, informou que a medição no mês de maio foi feita por média pela impossibilidade de realização de leitura presencial por uma mudança de software e comunicada aos clientes por e-mail. Sobre o salto de valores, o executivo justificou que o consumo tradicionalmente sobe nos meses de inverno, fator neste ano acrescido pelo distanciamento social. Além disso, explicou, houve aumento do preço do gás em junho autorizado pela Petrobrás. Ainda assim, a empresa se prontificou a analisar os casos. A diretora do Procon de Porto Alegre, Fernanda Borges, acrescentou que além da medição por média, a taxa de leitura cobrada pela empresa foi mantida mesmo o serviço presencial não tendo sido efetuado. E relatou que nem todos os consumidores receberam o aviso individualizado. Ela propôs que isso seja feito de forma clara ao cliente. Presidente da Comissão, o deputado Elton Weber acredita que será possível chegar a uma solução e sugeriu o aperfeiçoamento dos canais de contato da empresa. “Acredito que avançamos no sentido de aproximar as partes para um diálogo transparente sobre as divergências, seja com a revisão das faturas, seja com o aperfeiçoamento dos canais de contato.”
Audiência pública discute dificuldades na fumicultura

A pedido do deputado Elton Weber (PSB), a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa realiza, no próximo dia 23, uma audiência pública virtual para debater a política de preço do fumo no Rio Grande do Sul. O pleito partiu da Fetag-RS. “Estamos acompanhando a evolução do cenário nesta reta final da safra com muita preocupação, especialmente por esta ser uma cultura que impacta a economia de quase 200 municípios no Estado”, alerta o deputado. Dentre os problemas estão excessivo rigor na classificação do fumo e consequente desvalorização e o corte de fumicultores. O fato da alta do dólar não ser percebida no pagamento da safra também está sendo questionado. Segundo presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, a postura das empresas é inaceitável neste cenário de seca e dificuldades de comercialização em função da Covid-19. No começo deste mês, entidades que representam os fumicultores divulgaram nota conjunta, alertando para o que classificam de desmonte do setor. Além da Fetag dos estados do Sul, Farsul e Afubra assinam a nota. No Rio Grande do Sul, 90 mil produtores têm na fumicultura sua renda principal ou segunda renda na propriedade. Serão convidados para a audiência representantes de indústrias, do Ministério da Agricultura, da Emater e Secretaria da Agricultura, além da representação dos fumicultores.
Agricultura familiar debate crédito para agroindústrias com Banrisul

Juntamente com o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, o deputado estadual Elton Weber (PSB) conversou, na quinta-feira (9), com diretores do Banrisul sobre a criação de uma linha especial de crédito de custeio para agroindústrias familiares, produtores de flores e artesanato enquadrados na Lei Federal 11.326/06 e na Lei Estadual 13.921/12. O objetivo é minimizar as dificuldades enfrentadas com a seca e os efeitos do distanciamento social, que provocou o cancelamento de inúmeras feiras como Expoagro e Expointer. A federação solicita uma linha de R$ 30 mil por empreendimento com taxa de juros de 2% ao ano, um ano de carência e prazo de reembolso de cinco anos. Na teleconferência com o Diretor Comercial Fernando Postal, ficou acertada uma reunião técnica que ocorrerá na próxima semana para a construção do atendimento da demanda, com possibilidades e adaptação de linhas de microcrédito. “Após nosso ofício em maio, avançamos hoje no diálogo que visa socorrer o segmento. São agricultores que estão com uma forte queda de renda e não querem fechar suas portas, precisamos de capital de giro para que eles prossigam até a retomada”, disse Weber.
Weber cobra Banrisul sobre crédito para agroindústrias familiares

Juntamente com o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, o deputado estadual Elton Weber cobrará, na próxima semana, um posicionamento do Banrisul sobre a criação de uma linha especial de crédito de custeio para agroindústrias familiares, produtores de flores e artesanato enquadrados na Lei Federal 11.326/06 e na Lei Estadual 13.921/12. A data da reunião está sendo agendada. O pleito da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) busca minimizar as dificuldades enfrentadas pelo segmento com a estiagem e os efeitos do distanciamento social sobre a renda da agricultura familiar. Segundo o deputado, a reivindicação foi enviada em 18 de maio, permitindo tempo suficiente para que o banco desse retorno. Weber lembra que o cancelamento de exposições agropecuárias e o adiamento de inúmeras feiras devido ao coronavírus justificam ainda mais esse pedido. A federação solicita uma linha de R$ 30 mil por empreendimento com taxa de juros de 2% ao ano, um ano de carência e prazo de reembolso de cinco anos. De acordo com Weber, esse capital de giro possibilitará que eles possam dar continuidade ao seu trabalho até a retomada da economia. “Entendemos que é preciso mais agilidade por parte do banco. Os empreendimentos precisam se manter, estão enfrentando dificuldades, os reflexos estão sendo sentidos agora e serão sentidos ao longo do ano”, analisou o parlamentar.
Assembleia Legislativa repassará R$ 10 milhões para poços, açudes e redes de água

A Assembleia Legislativa confirmou, na terça-feira (7), que irá repassar R$ 10 milhões de seu orçamento para a perfuração de poços artesianos, microaçudes e redes de água em municípios atingidos pela seca. O pleito foi encaminhado pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo no mês passado. O recurso será transferido ao Executivo por meio da Secretaria Estadual de Obras e Habitação e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. A verba era o valor que faltava para atingir a meta de construir 1,2 mil açudes e perfurar poços nos 411 municípios que decretaram situação de emergência por causa da estiagem. Foram obtido outros R$ 29 milhões em emendas parlamentares, R$ 6 milhões do governo federal e R$ 10 milhões do governo do Estado. Integrante da Comissão de Agricultura, o deputado Elton Weber (PSB) reforça que esta é uma ação mirando o futuro já que os prejuízos da seca que se prolongou do final de 2019 até o final do primeiro semestre de 2020 já estão consolidados. Relator da subcomissão da irrigação, Weber trabalha no relatório final.
Comissão de Defesa do Consumidor questiona consumo de gás residencial

Reunida nesta quarta-feira (1), a Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e Participação Legislativa Popular da Assembleia Legislativa tratou sobre reclamações do aumento desproporcional de valores de faturas de gás residencial de usuários da Liquigás Distribuidora. Algumas contas chegaram a triplicar de valor. De acordo com o defensor público Rafael Magagnin, do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, os consumidores que fizeram as queixas relataram que a explicação da empresa é que, devido a uma troca de sistema, a cobrança foi feita por estimativa. O fato é que mesmo o cálculo pela média anual não condiz com o consumo efetivo no período. A Defensoria cobrou explicações e aguarda retorno. “Nós temos casos em que o consumo mensal pulou de cinco a seis metros cúbicos para 17 a 20 metros cúbicos”, explicou Rafael. Frente a insatisfação dos consumidores, o deputado estadual Elton Weber, presidente da Comissão, convidou representantes da empresa para prestarem esclarecimentos na próxima reunião, dia 8 de julho. A direção já confirmou participação. “Queremos ouvir os argumentos da Liquigás, questionar o salto destes valores e entender como são feitos os cálculos de consumo médio”, disse Weber. A reunião desta quarta-feira teve a participação do Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Mauro Hauschild. Ele informou que o Procon trabalha para apresentar um instrumento on-line para mediação de conflitos, modernizando o atendimento ao consumidor.
Projeto que valoriza matéria-prima local avança na Assembleia Legislativa

Dois anos após ser protocolado, o Projeto de Lei 94/2018, de autoria do deputado estadual Elton Weber (PSB), que altera a Lei 11.916, que institui o Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) e cria o Programa de Harmonização do Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Sul, avançou na Assembleia Legislativa. O parecer favorável do deputado Edson Brum (MDB) sobre a legalidade da matéria foi aprovado por 8 a 3, nesta terça-feira (30), na Comissão de Constituição e Justiça. De acordo com a proposição, as empresas beneficiadas com incentivos do Fundopem não poderão importar matéria-prima, produto e subprodutos processados de outros estados ou países. Na ausência de insumos locais, a compra deve ser condicionada a análise do Conselho Diretor e Secretarias de Estado para que não haja prejuízo ao mercado. “Nosso objetivo com esse projeto é a valorização da matéria-prima produzida no nosso Estado, gerando renda e garantindo empregos”. Segundo Weber, o projeto deve seguir agora para as comissões de mérito, como a Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle. O Fundopem é o principal mecanismo de atração de investimentos no Estado, concedendo benefícios a empresas que resultem na implantação ou expansão de unidades industriais.
Audiência aponta precariedade de telefonia e Internet durante a pandemia

Reunida em audiência pública virtual, nesta quarta-feira (24), a Comissão Mista Permanente de Defesa do Consumidor e Participação Legislativa Popular da Assembleia Legislativa decidiu encaminhar à Bancada Federal Gaúcha, em Brasília, a ata do debate, centralizado na precariedade dos serviços prestados por empresas de telefonia e Internet no Rio Grande do Sul, agravados durante a pandemia. A discussão apontou a necessidade de mudanças em legislações, de revisão de contratos de concessão e de alterações na aplicação dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. Presidente da comissão, o deputado estadual Elton Weber (PSB) também pretende sugerir ao governo federal a criação de um programa de comunicação para todos, similar ao Luz Para Todos, criado em 2003 para levar energia elétrica a quem não possuía o serviço. “A pandemia expôs ainda mais as dificuldades com sinal de telefonia e Internet que conhecemos tão bem, que prejudicam o ensino à distância e os negócios, especialmente de quem vive no meio rural”, lamentou Weber. A audiência pública foi proposta pelo deputado Valdeci Oliveira (PT) e reuniu representantes das empresas Claro, Oi, Vivo, Tim, além de ANATEL, SINTTEL, Procons, Defensoria Pública e Ministério Público. As empresas alegam a realização de investimentos durante o distanciamento social para melhorar as redes, mas os relatos são de problemas na qualidade e nos canais de reclamação disponíveis para o consumidor.
Protocolado projeto que regulamenta atividade de Bombeiros Voluntários no Estado

Presidente da Frente em Defesa dos Bombeiros Voluntários da Assembleia Legislativa, o deputado Elton Weber (PSB) protocolou, nesta terça-feira (23), o Projeto de Lei Complementar (PLC) que regulamenta a atividade de bombeiro voluntário no Rio Grande do Sul. Autor do projeto subscrito por mais 37 parlamentares, Weber espera que a matéria tramite com celeridade. “Avaliamos que isso é possível a julgar pela adesão e pelo conhecimento que todos possuem sobre a importância da corporação para a população dos municípios.” O projeto foi elaborado em conjunto com a Voluntersul e nasceu no ano passado, quando portarias do Corpo de Bombeiros Militar determinaram restrições à atividade da categoria. A proposição derruba essas limitações e permite que a corporação trabalhe em todo o Estado, independentemente do porte da cidade. Com 1.552 integrantes ativos em 54 associações, em 2019 os bombeiros voluntários ligados à Voluntersul realizaram 27.226 atendimentos no Estado.