Comitiva de Nova Petrópolis trata sobre abastecimento de água no município

Acompanhado pelo prefeito eleito de Nova Petrópolis Jorge Darlei Wolf e do vice-prefeito eleito Martim Egidio Vontobel Wissmann, o deputado estadual Elton Weber esteve reunido, nesta segunda-feira (7), com o secretário estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, e o diretor-presidente da Corsan, Roberto Barbuti, acompanhando demandas relativas ao abastecimento de água em Nova Petrópolis. Segundo o deputado, os representantes do Estado apresentaram um relatório da Diretoria de Operações da Corsan contendo 14 ações para o município realizadas durante este ano ou em andamento, garantiram a finalização destas melhorias para o ano que vem, e disposição para avançar com soluções que resolvam os gargalos de forma permanente. “Saí satisfeito, estamos tratando com o Estado desde o verão passado, quando as comunidades sofreram com a escassez de água e houve risco de falta de água”. Dentre as melhorias já realizadas estão a perfuração de três poços no São José do Caí, limpeza da barragem Ackermann, substituição e aprofundamento de bombas e reativação de poços. Já os projetos em andamento incluem o desassoreamento da Barragem Santa Isabel, a interligação de poços com uma nova adutora e o aumento da capacidade de produção de água com instalação de uma ETA compacta, em fase de licitação.
Grupo de trabalho do javali realiza sua primeira reunião

O grupo de trabalho da Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo da Assembleia Legislativa criado no último dia 26 para colaborar na eliminação de obstáculos que impedem o controle eficiente do javali no Estado realizou, nesta quarta-feira (9), sua primeira reunião. Coordenado pelo deputado estadual Elton Weber, o grupo colheu sugestões de sindicatos de trabalhadores rurais de Caxias do Sul, Restinga Seca e Santa Maria, e recebeu novas demandas de controladores e entidades ligadas ao setor primário. Os documentos nortearão os próximos passos. Uma nova reunião ocorrerá no prazo de 15 dias. Com presença do Ibama, secretarias estaduais, Brigada Militar, ACSURS, Famurs, Fecoagro e Fetag-RS a reunião levantou novos pontos preocupantes, como a taxa de abate do javali solto no campo. Segundo Gilmar Bach, ligado à entidade de caçadores, o valor cobrado dos controladores é de R$ 55 por animal, um desestímulo ao controle da praga que prejudica a agricultura, o meio ambiente e ameaça a sanidade animal. Durante a teleconferência, a superintendente do Ibama no Estado, Claudia Costa informou que o instituto está organizando uma reunião com a Brigada Militar para unificar o conceito de maus tratos dos cães utilizados na caça do animal silvestre. “Estamos trabalhando para que o javali seja o perdedor deste jogo, não os agricultores, nem o meio ambiente”, explicou Weber. De acordo com o deputado, a falta de uniformização das regras e da sua aplicação estão entre os principais fatores do descontrole populacional do javali no Rio Grande do Sul. Presente à reunião, o Tenente-Coronel Vladimir Rosa, do Comando de Polícia Militar Ambiental da Brigada Militar, disse que a orientação é que as operações tenham um olhar flexível respeitando os limites legais.